Confira os 5 maiores benefícios de ter uma casa própria!

Confira os 5 maiores benefícios de ter uma casa própria!

O conceito de moradia agrega uma série de valores objetivos e subjetivos que precisam ser reconhecidos. Por um lado, existem as questões financeiras e patrimoniais. Por outro, há um universo simbólico que diz respeito às emoções, ao conforto e à sensação de segurança que a moradia proporciona.

Porém, enquanto mora em um imóvel alugado, a pessoa não encontra as condições ideais para desenvolver todos os valores plenamente. Por isso mesmo a ideia de ter uma casa própria é tão importante e precisa ser considerada.

Neste artigo, vamos verificar os principais benefícios da aquisição da casa própria, considerando todos os pontos de vista.

Confira!

1. Ficar livre do aluguel

O primeiro grande benefício que recebe quem adquire a casa própria, naturalmente, é o de ficar livre do pagamento do aluguel. Afinal, morar em um imóvel alugado resolve o problema da moradia, mas não agrega mais nenhum valor à vida da pessoa ou da família dela.

Pelo contrário, o dinheiro gasto com aluguel jamais oferecerá qualquer retorno além do já obtido. Afinal, quando você paga o aluguel você está pagando pelo tempo que já usou o imóvel e não pelo uso presente ou futuro.

É claro que o direito de morar tem grande valor e o custo que ele gera é bastante justificável. No entanto, a moradia de aluguel, por maior tempo que ela dure, tem sempre algum aspecto provisório.

De fato, como o imóvel não pertence aos moradores, sempre existe a possibilidade de ele ser pedido pelo proprietário.

Assim, enquanto a casa própria permite a construção de vínculos permanentes, com o imóvel alugado prevalece apenas a condição da utilidade presente que ele proporciona.

1.1. Aluguel é despesa

Para clarear ainda mais essa condição, acompanhe essa analogia com o universo empresarial. Pelos pontos de vista administrativo e contábil, os investimentos são aqueles valores aplicados por uma organização na aquisição de bens e na composição de capital de giro e que resultarão em benefícios produtivos e na composição e valorização patrimonial do empreendimento.

Assim, quando uma empresa adquire máquinas, equipamentos, imóveis e outros bens que serão incorporados ao patrimônio, ela está fazendo um investimento.

As despesas, por sua vez, estão relacionadas com os gastos necessários à operação do negócio, que são revertidos como benefícios produtivos, mas que não agregam valor patrimonial à empresa. Elas acontecem, portanto, com o pagamento dos salários, das contas de telefone, de água, de energia e, entre outros custos, com o pagamento de aluguéis.

Um raciocínio semelhante pode ser aplicado ao âmbito da moradia. Os investimentos são aqueles recursos que, quando aplicados, proporcionam benefícios a uma família e que também passam a fazer parte do patrimônio familiar. Portanto, quando alguém adquire uma televisão nova, além de investir na qualidade de vida da família, também está aumentando o patrimônio. 

Por outro lado, a quitação das contas de água, luz e telefone representam o pagamento por serviços que, de fato, foram usufruídos, mas que não aumentam o valor patrimonial da família.

Isso significa que esses gastos devem ser vistos como despesas, da mesma forma, o aluguel é uma despesa.

 

2. A casa própria é um ótimo investimento

Baixo risco, boa rentabilidade e liquidez. Essas qualidades são apontadas pelos especialistas em finanças como os pré-requisitos ideais para o bom investimento. Porém, nem sempre elas andam juntas e, em alguns casos, algumas até contrariam as outras.

Nesse sentido, vamos analisar alguns aspectos de investimentos variados e faremos uma relação de cada um deles com a opção de comprar a casa própria. 

2.1. Poupança x casa própria

Veja, por exemplo, a Caderneta de Poupança. Protegida pelo Fundo Garantidor do Crédito (FGC) ela é o destino mais seguro a ser dado ao dinheiro quando pensamos nos investimentos administrados pelos bancos. Além disso, ela tem liquidez absoluta, uma vez que, a qualquer tempo, o poupador pode sacar a quantia desejada, sem que o banco faça qualquer restrição. 

Porém, a rentabilidade da Poupança está longe de ser um atrativo. A perspectiva é de que, ao longo de 2017, as aplicações na Caderneta de Poupança rendam cerca de 6%. Considerando que a meta da inflação fixada pelo Banco Central para o mesmo período é de 4,5%, teríamos uma rentabilidade real dessa modalidade de aplicação na casa de 1,5%.

Ora, na média nacional, os aluguéis dos imóveis ficam em torno de 0,5% do valor do bem. Portanto, imagine que uma pessoa deposite a quantia de R$ 500 mil na Poupança e resolva alugar um imóvel de mesmo valor, pensando em usar a rentabilidade do investimento para pagar os aluguéis.

À primeira vista, essa estratégia seria possível. Porém, como vimos anteriormente, grande parte da rentabilidade da Poupança é consumida pela inflação. Isso significa que quem fizer o saque dos rendimentos mensais para pagar o aluguel acabará perdendo dinheiro, uma vez que o principal depositado será corroído ao longo de um ano.

Assim, quando o aluguel for reajustado no próximo ano os rendimentos já não serão suficientes para cobri-lo. 

Além disso, é preciso também considerar que o FGC dá garantias de proteção para um máximo de R$ 250 mil depositados na Poupança. Ou seja, aquela grande vantagem da segurança que essa modalidade de investimento oferece seria reduzida à metade para o poupador do nosso exemplo, que fez um depósito de R$ 500 mil. 

2.2. Mercado de ações x casa própria

Outro exemplo que podemos analisar é do mercado de ações. De fato, a perspectiva de rentabilidade que as bolsas de valores oferecem é excelente. Porém, frequentemente os noticiários dão conta das acentuadas quedas nos índices das bolsas que significam grandes perdas para os investidores.

Na mesma proporção em que pode ser lucrativa, a bolsa de valores também é arriscada. Por isso, enquanto uns conquistam excelente rentabilidade do dia para a noite, outros perdem verdadeiras fortunas com a mesma velocidade.

Portanto, quem pretende evitar riscos elevados para os investimentos que faz deve passar longe das ações. Por outro lado, pode considerar a casa própria como um porto muito seguro para o dinheiro.

2.3. A liquidez da casa própria

A Poupança rende pouco, mas segura. A bolsa rende muito, mas é arriscada. Contudo, as duas opções oferecem boa liquidez. Por outro lado, quando o assunto é a segurança aliada à rentabilidade, o aspecto da liquidez muitas vezes fica comprometido, o que permite inserir o mercado imobiliário como ótima opção de investimento que, em grande medida, contempla todas as boas qualidades dos investimentos. 

É preciso considerar que as opções de investimento seguras que oferecem boa rentabilidade são aquelas prefixadas, a longo prazo, como são determinados títulos do Tesouro Nacional. Porém, para que os títulos ofereçam a rentabilidade total definida na contratação, o investidor deve aguardar o tempo necessário para que eles capitalizem, o que pode levar vários anos.

Além disso, quanto maior for o prazo da aplicação, menor será a alíquota do Imposto de Renda sobre os rendimentos. Isso significa que quem precisa do dinheiro antecipadamente perde rentabilidade e paga um tributo maior.

Quem investe na casa própria se livra desse problema. Ainda que um imóvel dependa de um determinado tempo para ser vendido, se ele estiver no preço adequado, terá boa liquidez e a venda acabará se concretizando em um prazo razoável.

Ora, ainda que o pensamento de quem investe na compra de uma casa não esteja voltado para a rentabilidade, é indispensável considerar todos esses aspectos. Afinal, estamos tratando de um bem de valor elevado, que tem grande importância patrimonial, o que exige uma avaliação pelo ponto de vista dos investimentos. 

3. Construção de um patrimônio sólido

E por falar em valor patrimonial, outro aspecto que é bastante benéfico para quem adquire uma residência está exatamente na perspectiva de poder construir um sólido patrimônio. Diferente de outras aplicações, que são representadas por valores numéricos ou por papéis, os imóveis são bens concretos, cuja materialidade é de fácil comprovação.

Por isso mesmo eles são tão seguros. A segurança é tanta que nas operações de crédito realizadas pelos bancos os imóveis são considerados garantias de pagamento das mais confiáveis que, em muitos casos, chegam a ser exigidas.

Pelo mesmo motivo, é frequente que os fiadores de aluguéis e também dos empréstimos tenham que apresentar imóveis como garantia. Com isso, eles conseguem comprovar que poderão assumir a responsabilidade sobre uma dívida, caso o devedor original se torne inadimplente.

Portanto, quando alguém adquire a casa própria, também vem uma grande estabilidade, que exerce influência direta sobre a vida do proprietário.

3.1. Segurança para a família

Nesse aspecto, é importante considerar que essa estabilidade não se restringe ao proprietário do imóvel e se estende para toda a família, que pode contar com ela ao longo de toda a vida e também além dela. 

Vale destacar que quem tem uma casa própria consegue oferecer tranquilidade para a família enquanto está vivo e também no momento em que falta, uma vez que a moradia continuará existindo mesmo depois que a pessoa morre. Além disso, se por qualquer motivo houver a necessidade de venda, o imóvel servirá como fonte de recursos que poderá solucionar as necessidades que surgirem.

3.2. Símbolo de confiabilidade

Essa estabilidade também se estende para outros campos da vida. No campo profissional, por exemplo, quem possui uma casa própria costuma se destacar como pessoa confiável, que é capaz de obter conquistas importantes. Como essa é uma condição bastante valorizada pelo mercado de trabalho, sempre tão competitivo, ela merece ser considerada.

Afinal, quem se preocupa com a construção de um patrimônio próprio e em obter segurança, muitas vezes, pode ser visto como uma pessoa mais apta a assumir funções que exijam maior responsabilidade e ter uma casa pode ser um ótimo demonstrativo dessa condição.

Na mesma medida, esse critério pode ser valioso no mundo dos negócios, em que a confiabilidade é um quesito muito importante. Imagine, por exemplo, alguém que esteja em busca de um sócio para iniciar um empreendimento. Se a pessoa possui um imóvel próprio, com certeza, ela será vista com mais confiança, o que poderá favorecer a negociação com um sócio em potencial.

4. A casa própria acompanha a dinâmica da família

A moradia deve ser aquele lugar que atende às necessidades e aos desejos de uma família. É justamente essa condição que faz com que uma pessoa que sai em busca de um imóvel para morar tenha que escolher entre tantas variáveis, que se diversificam ainda mais quando estamos falando de uma casa.

Nesse aspecto, em uma casa, é preciso verificar o tamanho do lote, a área de construção, as dimensões dos cômodos, a existência ou não de jardins, de áreas de serviço e de lazer, entre tantas outras especificações que precisam estar de acordo com os desejos e com as necessidades dos futuros moradores.

Contudo, como nem sempre os imóveis prontos atendem a todas as exigências, muitas vezes as pessoas têm que abrir mão de uma ou de outra especificação. Só assim elas conseguem definir uma escolha e dar início a uma negociação — seja ela de locação ou de aquisição do imóvel.

Ocorre que a vida se transforma e, à medida que ela se desenvolve, muitas necessidades e desejos deixam de existir, ao mesmo tempo que outros surgem. Por exemplo, um imóvel pode se tornar grande demais para um casal quando os filhos saem. Outro pode se tornar pequeno, porque os filhos voltaram e trouxeram com eles as próprias famílias.

Não importa qual seja, cada família tem uma dinâmica própria, que obedece a ciclos particulares. Com isso, é possível que, após algum tempo, uma casa deixe de ser adequada, exigindo que nova busca seja iniciada ou que uma reforma seja realizada.

Nesse ponto, é preciso destacar que, como veremos a seguir, a casa própria também é muito mais favorável à dinâmica familiar do que o imóvel alugado.

4.1. As limitações dos aluguéis

As reais possibilidades de um inquilino realizar reformas e melhorias em um imóvel é uma questão que merece ser analisada. Afinal, existem muitas limitações nesse sentido, que podem prejudicar a dinâmica familiar.

Ao mesmo tempo que o inquilino tem a obrigação de manter o imóvel em boas condições de uso e de conservação, ele não pode fazer grandes alterações nas características do imóvel. Há casos, inclusive, que qualquer alteração é expressamente proibida em contrato.

As proibições, por exemplo, são muito frequentes quando há a intenção por parte do locatário de realizar obras que interfiram na estrutura do imóvel. Todavia, é verdade que existem contratos mais flexíveis, que permitem a realização de benfeitorias. Porém, nem sempre o acordo prevê que haja o devido ressarcimento pelos gastos realizados pelo inquilino, mesmo que eles representem a valorização do imóvel.

Isso significa que, em situações assim, o locatário terá despesas consideráveis com um imóvel que não pertence a ele e cujos benefícios poderá usufruir somente enquanto o contrato durar. Depois, independentemente dessas despesas agregarem valor ao imóvel, elas não resultarão em qualquer vantagem para o inquilino. 

Esse é um dos motivos que levam as famílias a mudarem de casas alugadas com tanta frequência. Quando a casa não se torna mais adequada, passa a ser mais conveniente mudar do que alterar o imóvel.

Com a mudança, todos os vínculos que tenham sido criados com um determinado lugar precisarão ser quebrados, o que, na maior parte das vezes, não é agradável. Afinal, quando se mudam, as pessoas deixam para trás pessoas e lugares queridos. 

De fato, é possível que até a casa própria tenha que ser trocada por outra e que essas situações aconteçam mesmo com quem tem um imóvel próprio. Porém, como existem valores patrimoniais associados a ela, os vínculos são maiores e os motivos da troca precisam ser muito mais consistentes do que aqueles que definem a mudança de uma casa alugada.

4.2. Possibilidade de personalização

Frequentemente, diante da impossibilidade de encontrar imóveis que atendam a todas as necessidades de uma família, as pessoas optam pela compra de um lote onde construirão um imóvel personalizado. Assim, o projeto pode ser especificado de acordo com o perfil dos moradores.

Com o passar do tempo e as mudanças da vida, existe ainda a possibilidade de fazer todas as transformações necessárias, sem que existam limitações impostas por contratos ou o risco de prejuízos por falta de ressarcimentos. Pelo contrário, todo o investimento que for feito em uma casa própria no sentido de melhorá-la será revertido como benefício direto para o proprietário, considerando que o imóvel será valorizado.

4.3. A casa própria consolida os vínculos

Ao longo deste artigo, nos referimos de passagem aos vínculos que as pessoas criam com os lugares onde moram. Contudo, por ter especial importância, esse aspecto merece ser tratado com maior propriedade.

Afinal, o local da moradia é onde os planos e as relações se consolidam, onde as famílias são criadas e onde as conquistas são usufruídas. É ali também que se estruturam os laços com os lugares e com as pessoas de uma vizinhança.

Quem mora em uma casa própria encontra solidez muito maior nesses vínculos do que os moradores de um imóvel alugado. Afinal, a propriedade favorece ao extremo a construção dos laços com as pessoas e com os lugares. 

5. Facilidades na aquisição

Sob a alegação da falta de dinheiro para fazer a compra, frequentemente as pessoas que moram em um imóvel alugado adiam por tempo indeterminado o acesso a todos os benefícios que foram apontados até aqui. Aliás, muitas vezes essa possibilidade sequer é considerada, uma vez que os eternos inquilinos não acreditam que podem ser capazes de comprar uma casa. 

Contudo, existem várias alternativas que permitem a aquisição de um imóvel residencial e a maior parte delas não exige que a pessoa tenha muito dinheiro em mão.

De fato, quanto maior for a quantia disponível, melhor será a negociação. Porém, mesmo com pouco recurso é possível pensar nesse tipo de investimento.

5.1. Crédito imobiliário

Por meio do crédito imobiliário, mesmo quem não dispõe de dinheiro suficiente para fazer o pagamento de um imóvel à vista, pode adquirir a casa própria. Basicamente, o dinheiro pode ser obtido pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH) ou pelo Sistema Financeiro Imobiliário (SFI).

O SFH é mantido com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE) e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e se destina a financiar imóveis residenciais com valores máximos de R$ 1,5 milhão.

Os juros do SFH são limitados a 12% ao ano e a quitação do empréstimo pode ser feita em até 35 anos. Porém, o mutuário não pode comprometer mais do que 30% da renda familiar mensal com o pagamento das parcelas.

Vale salientar que os funcionários públicos pagam juros mais baixos no SFH. Além disso, os optantes pelo FGTS podem utilizar o valor que têm depositado no fundo para comprar a casa própria, mesmo que o saldo esteja em uma conta ativa. 

Para imóveis com valores acima de R$ 1,5 milhão existe SFI. Esse sistema segue regras distintas do SFH, que não estabelecem limites para os valores das parcelas. Geralmente, os juros cobrados são superiores aos do SFH. Contudo, eles variam bastante de banco para banco e dependem muito do grau de relacionamento que o cliente tem com a instituição concedente do empréstimo.

Qualquer que seja o sistema escolhido, quem recorre ao crédito imobiliário tem acesso imediato ao dinheiro necessário à compra da casa própria.

5.2. Consórcio imobiliário

O consórcio imobiliário é uma alternativa muito interessante para quem deseja comprar a casa própria sem pagar à vista. Diferente do SFH e do SFI, essa modalidade de crédito não cobra juros, uma vez que, a rigor, ela não configura empréstimo.

Em vez disso, o sistema prevê que um grupo de pessoas se reúna para cotizarem a compra de determinados bens. Os grupos são administrados por empresas credenciadas pelo Banco Central e que oferecem completa segurança ao sistema.

Pelo serviço prestado na administração, essas empresas cobram uma taxa, que é incorporada ao valor das parcelas. Todavia, é importante destacar que essa taxa fica bastante abaixo dos juros cobrados pelos bancos. Com isso, o preço final de um imóvel adquirido por meio de consórcio é mais baixo do que seria se a compra fosse financiada.  

Porém, é preciso considerar que o acesso ao dinheiro para a compra do imóvel depende da liberação da carta de crédito, que é possível de três formas: por sorteio, por lance ou quando o grupo se encerra.

Os sorteios ocorrem periodicamente, nas assembleias de consorciados, e permitem que os sorteados recebam a carta de crédito imediatamente. Nessas mesmas assembleias são realizadas espécies de leilões, nos quais os consorciados podem dar lances. Recebem as cartas de crédito aqueles que forem responsáveis pelos lances vencedores.

Por fim, se o consorciado não for sorteado ou não tiver um lance vencedor ele só receberá a carta de crédito no final do consórcio, quando o grupo se encerrar. É importante ressaltar que essa situação pode levar anos para acontecer.

Portanto, quem não deseja contar com a sorte e quer receber a carta de crédito mais rápido, convém economizar algum dinheiro para dar um lance vencedor.

Contudo, a partir das considerações vistas neste artigo, não tenha dúvidas de que a compra da casa própria é extremamente benéfica. Pense nisso e compartilhe essas informações nas suas redes sociais para ajudar mais pessoas!

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