5 dicas fantásticas para fazer um bom planejamento familiar

5 dicas fantásticas para fazer um bom planejamento familiar

Seja qual for o âmbito da atuação humana, em grande medida, o planejamento é o segredo do sucesso. A partir de um plano bem elaborado, que considere metas consistentes e os passos para alcançá-las, é possível antecipar as ações e evitar transtornos que poderiam prejudicar os resultados pretendidos.

No ambiente familiar não é diferente. De fato, as famílias que planejam o que vão realizar e como fazer conseguem atingir os objetivos de maneira tranquila e com um nível de sucesso bastante elevado. Portanto, é indispensável inserir o planejamento familiar como um critério a ser seguido.

Neste artigo, vamos analisar os benefícios de um bom planejamento ao mesmo tempo que apresentaremos cinco dicas que ajudarão a alcançá-los. 

 

1. Dê a devida importância ao planejamento familiar

Para compreendermos a importância do planejamento familiar vamos fazer uma analogia com o plano de voo que, mesmo antes de entrar no avião,  um piloto precisa entregar à autoridade que controla o tráfego aéreo.

No plano de voo, além dos dados do próprio piloto, da aeronave e do número de passageiros a bordo, o aviador identifica os aeroportos de decolagem e de destino e as alternativas de pouso. Também é preciso especificar detalhes da rota a ser seguida, o tempo estimado de viagem e as regras de aviação que serão adotadas durante o percurso, entre outras informações. 

Com esses dados, o piloto consegue estabelecer uma prévia sobre o que será a viagem, ao mesmo tempo que passa para as autoridades informações suficientes para atestar que o voo será seguro e dentro das normas estabelecidas para o setor. Portanto, como um documento importante, o plano de voo é condição indispensável para que o avião possa decolar.

De modo análogo, é preciso compreender que o planejamento familiar é extremamente relevante. Afinal, será a partir dele que o casal e os demais membros da família conseguirão compreender os caminhos que deverão percorrer, os esforços que terão de empreender no percurso e os resultados que poderão ser obtidos se tudo for realizado como planejado.

Sem esse tipo de planejamento, a vida da família seguirá à base do improviso, o que cria as condições ideais para que os erros aconteçam. Por outro lado, quem planeja sabe exatamente o que deve ser feito para realizar os desejos e para atender às necessidades da família.

2. Estabeleça metas

Todo bom planejamento parte da especificação de metas que deverão ser alcançadas em um determinado espaço de tempo e conquistadas por meio de expedientes bem definidos. Sendo assim, o primeiro passo é definir tudo aquilo que a família pretende conquistar, os prazos para alcançar e os compromissos que cada membro assumirá.

Para tanto, é claro, é preciso definir metas verdadeiramente viáveis, considerando, inclusive, prazos realistas. Pensar em metas inalcançáveis ou em prazos incompatíveis com a realidade só servirá para causar frustrações e para enfraquecer a credibilidade que a família depositará nos próprios desejos.

Portanto, o melhor a fazer é definir as pequenas metas para curto prazo e metas maiores para médio e longo prazo, tendo em vista os meios disponíveis para realizá-las.

Por exemplo, imagine que a família tenha três metas que podem ser: trocar a TV, fazer uma viagem para o exterior e mudar para uma casa maior. Pensar em realizar os três desejos ao mesmo tempo talvez signifique um peso excessivo para o planejamento familiar. O mais racional, então, seria dividi-las em três etapas.

Assim, a compra da nova TV poderia ser pensada para curto prazo, uma vez que representa um bem com valor acessível. Como custa mais caro, a viagem seria algo para ser conquistado em médio prazo, ao passo que a aquisição da casa, que representa um investimento de alto montante, poderia ser pensada em prazo mais longo.

De fato, é preciso considerar que os prazos estarão vinculados à disponibilidade financeira da família e também à capacidade de ela assumir dívidas, se for necessário recorrer a financiamentos. Porém, o exemplo serve para ilustrar uma maneira de pensar que pode orientar outros planos e estratégias específicas para cada caso.

3. Delegue responsabilidades

Quando as metas são compartilhadas por mais pessoas, aumentam as chances delas acontecerem, uma vez que haverá mais energia empenhada para conquistá-las. Por isso, é essencial convencer os filhos e o cônjuge sobre a necessidade de se comprometerem com os mesmos projetos.

É claro que o nível de comprometimento deverá se compatível com a maturidade de cada um. Porém, ainda que minimamente, é importante que todos estejam comprometidos com as metas. Dessa forma, se houver a necessidade de economizar, todos compreenderão que qualquer sacrifício que precisar ser feito será em benefício de todos e, assim, eles se tornarão mais dispostos a colaborarem.

4. Crie metas financeiras

Todavia, se as metas forem definidas apenas como referências a bens que serão adquiridos, sem determinar os valores de cada um deles, elas permanecerão em um campo vago da imaginação, o que não é nada positivo para o bom planejamento. Em lugar disso, o ideal é definir metas financeiras que sejam compatíveis com as aquisições desejadas.

Ou seja, no exemplo da TV, da viagem e da casa, seria necessário definir exatamente os bens que serão adquiridos — modelo, destinos e características da casa — e os preços de cada um deles. Com isso, a meta passaria a ser representada por um valor, se tornando muito mais objetiva e de fácil assimilação. 

5. Seja transparente

Para que o planejamento familiar conquiste a adesão dos membros da família e para que essa adesão seja compatível com a realidade, é indispensável todos saberem qual é o orçamento familiar. Caso contrário, baseados em falsas impressões, é possível não haver o comprometimento adequado, o que dificultaria ou até inviabilizaria o cumprimento das metas.

Para evitar que isso aconteça, é essencial fazer um levantamento preciso que considere o quanto a família gasta por mês, quanto é a renda familiar e qual o montante das economias existentes. O ideal é que, no final desse levantamento, seja encontrado um saldo positivo que permita prever em quanto tempo será possível realizar cada meta, inclusive se for necessário recorrer a empréstimos.

Se o saldo for zero ou estiver no negativo, o comprometimento da família precisará ser ainda maior. Afinal, a primeira meta do planejamento familiar deverá ser a reversão dessa situação indesejada. 

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